Com o avanço da tecnologia fica cada vez mais difícil imaginar o mundo sem a presença da informática. Infelizmente muitos alunos oriundos da educação pública não têm acesso e, portanto, não sabem utilizar os computadores. Como resultado são preteridos no mercado de trabalho.
Se a educação tem como base a instrução dos jovens e a preparação consciente para a vida, é importante que as escolas ofereçam a possibilidade de inserção nas tecnologias.
Os avanços tecnológicos costumam destacar ainda mais a desigualdade quando deveriam contribuir para superá-las.
Um dos objetivos é elaborar e democratizar uma política pública de inclusão digital que fomente a cultura e a disseminação de conhecimento a respeito das novas tecnologias contribuindo também para inclusão social.

O projeto criado prevê uma parceria entre as escolas públicas e a iniciativa privada. Com a regularização das Lan Houses é possível estender a atividade desse setor para serviços complementares a educação. Sendo assim, as Lan Houses poderiam oferecer cursos profissionalizantes e acesso à internet para a educação púbica. Em troca receberiam incentivos fiscais e tributários.
A inclusão digital deve contemplar não apenas aos estudantes de escolas públicas, mas também os portadores de necessidades especiais.
O projeto prevê disponibilidade de equipamento próprio como o teclado em braile e a possibilidade de leitura para deficientes visuais.
É preciso lembrar que a tecnologia tem desempenhado um papel importante na democratização do conhecimento.
É importante aumentar o alcance e contemplar toda comunidade.